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quarta-feira, 17 de março de 2010

[CLUBE DA BALADEIRA] Parque 10 - Lá vem ele de novo!

Como alguns sabem, sou leitor assíduo do Blog da Baladeira do meu amigo Emmanuel Aguiar. Ele já comentou diversas vezes sobre a situação do trânsito no bairro do Parque 10, mais precisamente nas proximidades de um banco e da rua do Comercio. Segue abaixo mais um post do Baladeira.

[CLUBE DA BALADEIRA] Parque 10 - Lá vem ele de novo!
Hoje cedo, quando me aproximava com meu carro da agência Bradesco, no Parque 10, quase em frente a Rua do Comércio, veja na calçada central uma senhora de idade acenando com as mãos e praticamente pedindo pelo amor de Deus que alguém parasse para ela poder atravessar com tranqüilidade e segurança.

Alguém vai dizer: - lá vem esse sujeito de novo com esse assunto da faixa de segurança do Parque 10 em frente ao Banco Bradesco.

Calma! Eu explico os motivos: primeiro por que a idéia é não desanimar nunca e cobrar sempre a responsabilidade do poder público. O trânsito no Bairro Parque 10, na zona do Banco Bradesco durante o dia inteiro e na área de lanchonetes no horário noturno, continua uma verdadeira zorra. Nem mais, nem menos! É só perguntar para qualquer morador. Felizmente ainda não tivemos uma tragédia na passagem em frente ao Banco Bradesco, onde havia uma faixa de segurança para pedestres, mas afirmo que estamos dando sopa para o azar.

O segundo motivo de voltar a esse assunto, é que eu li em algum lugar que o IMTT (salvo engano a sigla é essa), órgão da Prefeitura local, recebe informações, sugestões e consultas da população e se dispõe a ir ao local, analisar os fatos narrados e tomar as providências que julgarem cabíveis. Bem, se é assim, então, em nome dos moradores do Bairro do Parque 10, em particular dos idosos que precisam todos os dias caminhar naquela área, pelo amor de Deus imploramos ao titular desse órgão, que mande imediatamente seus técnicos/fiscais verificarem a situação caótica em frente ao Banco Bradesco. Pelo menos isso! Aceitem esse apelo.

Além de terem sumido com a faixa de segurança para que as pessoas possam atravessar com tranqüilidade, as placas dispostas no local (na calçada do Banco) e que sinalizam para o motorista não estacionar, simplesmente não servem para coisa alguma. Funcionam como um entulho e nos dão a razão de classificar a situação como uma zorra total. Os motoristas param de qualquer jeito para ir ao caixa eletrônico, não respeitam a sinalização e os idosos para atravessar precisam se desviar dos carros estacionados e ainda sinalizar com as mãos para que algum cristão, normalmente dirigindo às pressas para chegar ao trabalho, tenha dó e pare para lhe dar passagem. É difícil acreditar que esse órgão, IMTT, não tenha ainda informações dessa situação caótica. Se nada fazem por que entendem que aquilo normal, é de praxe acontecer ali e em outros pontos da cidade, então é melhor acabar com o IMTT e deixar que o Capeta cuide do trânsito de Manaus.

Fica mais esse apelo. Quem sabe alguém do IMTT tenha acesso a mais essa crítica e resolva fazer alguma coisa pelos moradores do Parque 10. Afinal, pagamos os nossos impostos e estamos apenas exercitando os nossos direitos de cidadania, doa a quem doer. Se você que está lendo este comentário neste instante, conhece ou tem acesso a alguém do IMTT, preste essa ajuda ao Bairro do Parque 10 e encaminhe esse nosso apelo quantas vezes puder. Quem souber o e-mail secreto do Prefeito, mande para ele - quem sabe!

Postado por Ersa de Manaus no CLUBE DA BALADEIRA em 3/17/2010 12:24:00 AM http://clubedabaladeira.blogspot.com

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

OPORTUNISMO?


SEM LIMITES

Vejam até onde pode ir a falta de consideração e o oportunismo em nosso país. O texto abaixo foi publicado no blog Clube da Baladeira (http://clubedabaladeira.blogspot.com), do meu amigo Emmanuel de Aguiar. Ele narra um fato lamentável ocorrido com sua mãe, uma senhora de 77 anos de idade, que foi ludibriada por uma concessionária de telefonia. A conseqüência é lastimável e o pior, nenhuma providência foi tomada por parte da empresa. Infelizmente isso não foi um, digamos, privilégio desta senhora. Quase todas as famílias brasileiras já tiveram um desprazer desse. Vamos lá!

“Vou contar uma história para que os senhores da Embratel entendam melhor a situação que criaram para a minha genitora, Rosalina Ribeiro de Aguiar, uma senhora de 77 anos de idade, residente em Manaus.
Há algum tempo minha mãe vem se queixando do tamanho da conta do seu telefone fixo (3642-7716). Destaque-se que ela (Rosalina) é detentora de uma linha telefônica desde os tempos da antiga TELAMAZON. Ganhou essa linha de meu avô, Manoel Ribeiro, quando ainda morávamos todos juntos, na Avenida Getúlio Vargas, nas proximidades, aliás, de onde nasceu a primeira sede da Telamazon em Manaus, esquina com a Rua Leonardo Malcher. Com certeza são mais de 30 anos!
Há alguns dias atrás atendi meu celular e era meu filho ligando preocupado para dizer que sua avó, Dona Rosalina, estava ao telefone fixo (3642-7716) conversando com alguém, supostamente da EMBRATEL, sobre a compra de um novo telefone fixo, que ia resolver o problema das contas altas todos os meses. A preocupação maior era que, nessa conversa, minha mãe já havia passado todas as suas informações pessoais, inclusive número de cartão de crédito, e mantinha uma conversa com alguém do outro lado da linha como se já se conhecessem há muito tempo. Não era nenhuma novidade para mim, pois esse é o jeito de minha mãe conversar, seja ao telefone ou não. Ela é sempre muito atenciosa e cativante em qualquer situação.
Fiquei preocupado com a informação, pois não posso esquecer de que vivo no Brasil, o país de todos os golpes. Mas apostei na idéia de que o contato era verdadeiro e que minha mãe estaria fazendo um bom negócio. Nesse mesmo dia, a noitinha, enquanto atualizava minhas coisas no computador, como sempre faço praticamente todos os dias, minha mãe Rosalina se aproximou para me dar a notícia da compra do telefone. Começou gaguejando um pouco, achando que eu poderia criticá-la pela idéia arriscada de fazer negócio pelo telefone. Contou-me que recebeu uma ligação de alguém da Embratel oferecendo um telefone fixo e que lhe deu garantia de que a conta vai diminuir. Estava feliz e eu resolvi compartilhar com ela, sem conduto deixar de alertá-la para os cuidados que deve ter ao receber determinadas ligações e fazer negócios ao telefone. Sempre muito atenciosa com as pessoas, ela acaba se tornando presa fácil para muito bandido que uso o telefone para aplicar golpes. Não é, obviamente, o caso dos funcionários da Embratel, mas logo vão ficar entendendo onde está o nosso desapontamento e revolta.
Um ou dois dias depois, na mesma situação, ou seja, enquanto cuidava de atualizar as minhas coisas no computador, minha mãe Rosalina se aproximou de mim com uma pequena caixa nas mãos e já com aquela fisionomia preocupada e de quem não estava entendendo nada. Disse-me:
- Meu filho, dê uma olhada nisso aqui que chegou para mim da Embratel. Será que é o telefone fixo que eu comprei? Eu não comprei celular e eles me mandaram um celular! Será meu filho que eu fiz besteira?
Senhores, foi nesse momento que começou o meu problema. Aos 77 anos de idade, totalmente leiga no assunto, foi difícil para fazer a Dona Rosalina compreender que aquele pequeno telefone C2008s HUAWEI PHONE parece um celular, mas não é um celular; funciona como um telefone fixo, mas não é grande como os tradicionais telefones fixos como o dela (GE); e que aquele era de fato o telefone que ela comprou para substituir o seu telefone atual, grande, de mesa, de fácil manuseio e de boa visualização dos números (principalmente para idosos com dificuldades de visão).
Na cabeça de minha mãe, ela teria fechado negócio para trocar o seu telefone fixo grande de mesa, marca GE, por outro telefone fixo de mesa e não por um telefone do tamanho de um celular. A sua intenção era apenas diminuir a conta do telefone, mas lhe diminuíram também o tamanho do aparelho, do visor e dos números.
Meu filho não foi isso que eu pedi. Fiz besteira não foi? – insistia a minha mãe, já triste e quase chorando, o que não é bom para quem já convive com problemas de depressão.
Tudo isso aconteceu, senhores da EMBRATEL, por que quem está do outro lado da linha fazendo negócio para vocês, tem uma única preocupação – vender e faturar! Ao perceberem que do outro lado da linha está uma senhora de 77 anos de idade, deveria haver maior preocupação e mais respeito, pois são pessoas que na maioria dos casos precisam ter mais explicações para entenderem o que estão lhe oferecendo. Os senhores nos obrigam a acreditar que seus agentes fazem exatamente ao contrário, ou seja, aproveitam-se da ingenuidade dos idosos e empurram suas vendas de qualquer jeito. Tenho a mais absoluta certeza que se tivessem explicado para minha mãe que o novo telefone fixo não seria igual ao que ela possui, mas do tamanho de um celular, ela não teria fechado negócio e não estaria agora triste e deprimida por conta disso.
E não ficou só nisso! Preocupado em cumprir com a sua parte na negociação com a Embratel, pasmem, Dona Rosalina queria pegar um taxi no dia seguinte e ir até a Embratel da Emilio Moreira para pagar a fatura do telefone e informar que não ia mais querer efetuar a trocar do telefone. Ingênua, nem lembrava que dera o número de seu cartão de crédito para que faturassem o valor do telefone. Mesmo prejudicada pela qualidade das informações passadas no momento da venda, dona Rosalina fazia questão de honrar a sua parte no negócio. Será que a Embratel vai fazer o mesmo, reconhecendo que lhe atenderam mal?
Estou perdendo esse tempo todo para fazer esse relato, com o objeto de ajudar essa empresa a corrigir suas falhas e impedir que outros idosos(as) sejam novas vítimas da conversa de vendedores que estão preocupados exclusivamente em vender e faturar. Quando estiverem fazendo negócio com idosos ao telefone, basta lembrar que são pessoas que merecem mais atenção e precisam de maiores esclarecimentos. Não façam com as mães de clientes aquilo que fizeram com a minha mãe, dona Rosalina Ribeiro de Aguiar. Elas não merecem! Não queiram para as mães dos seus clientes o que não desejam para as próprias mães. É simples!

Com relação à Dona Rosalina, ela continua triste e sem saber o que fazer com o telefone. Eu sugeri que ela faça uma tentativa, regularize o novo telefone fixo e avalie mais adiante se valeu a pena. Ela decidiu esperar pelo resultado desse meu relato, na esperança de que a Embratel reconheça a sua falha e mande alguém até ela, não para pedir desculpas, mas pelo menos para lhe orientar como ligar e operar o novo telefone. Diante de tamanha falha no tratamento de um cliente idoso, é o mínimo que se espera de uma empresa do porte da Embratel. E, pelo amor de Deus, não esqueçam de rever a forma de atendimento de idosos ao telefone, principalmente na hora de vender e faturar. Façam bons negócios, mas sem causar tristeza e depressão a quem não merece. Será que é pedir muito!”

quarta-feira, 22 de abril de 2009

CORNO NEM PENSAR!

O "causo" abaixo foi postado no blog clubedabaladeira do meu amigo Emmanuel de Aguiar. O fato se passou na Manaus da década de 60, do século passado. Vejam que naquela época a classe política já era mal vista. Sinceramente, almejo que um dia esse sentimento de ojeriza seja minimizado e que a maioria dos nossos representantes possam fazer valer a vontade da coletividade. Vamos lá:
Lendo os noticiários sobre política e políticos, eu lembro uma história contada por meu falecido avô. Ele e dois irmãos eram proprietários de uma loja de ferragens em frente ao Mercado Municipal. Gozava de um círculo de amizades invejável. Tinha o carinho e a amizade dos mais ricos aos mais humildes clientes e fornecedores da loja, sem falar no respeito e admiração por parte dos funcionários da casa.

Um desses inúmeros amigos, praticamente todos os dias ia até a loja para trocar idéias e jogar conversa fiada com meu avô. Num desses dias, esse amigo chegou eufórico e disse:
- Seo Manoel, eu tenho uma notícia para lhe dar e gostaria de ouvir a sua opinião.
Meu avô, sempre muito tranqüilo, respondeu:
- Que raios de notícia é esta que eu tenho que opinar.
- É o seguinte Seo Manoel. Fui convidado para ser candidato a deputado estadual e aceitei. O que é que o Senhor acha disso?
Sem pensar, meu avô disparou - Ladrão, corrupto, safado, corno sem vergonha...
- Não entendi Seo Manoel! – respondeu assustado o amigo depois de ouvir aquelas palavras pronunciadas de forma agressiva, o que não era normal nem quando a discussão era acirrada sobre futebol e o Vasco da Gama.
Novamente, sem pensar duas vezes, meu avô disse ao amigo:
– Já que não entendestes nada, eu repito - LADRÃO, CORRUPTO, SAFADO, CORNO SEM VERGONHA...
- Assim o Sr. está me ofendendo Seo Manoel! - retrucou o amigo ainda sem entender direito quais eram as intenções de meu avô com aquelas palavras.
- Ora bolas! Não me pedistes a minha opinião? Pois bem! Estou apenas antecipando o que vais ouvir todos os dias depois de eleito.
Passado algumas semanas, o amigo que não tocara mais no assunto, voltou na loja e disse ao meu avô:
- Seo Manoel vim lhe dizer que eu mudei de idéia. Desisti de ser candidato.
- E posso saber quais foram os motivos – perguntou o meu avô.
O amigo, meio desconfiado, deu a sua explicação:- Seo Manoel, ser chamado de LADRÃO, CORRUPTO e SAFADO eu até agüentaria numa boa essa humilhação. Mas ser chamado de CORNO SEM VERGONHA isso eu não ia agüentar não. Corno nem pensar!...

sexta-feira, 17 de abril de 2009

TIROS DE BALADEIRA

Um blog que sempre visito é o Clube da Baladeira (clubedabaladeira.blogspot.com) e sempre que posso posto algumas notas lá publicadas. Seguem algumas abaixo.
A VOLTA DOS EMPACOTADORES - O que é bom tem que ser aplaudido. A iniciativa da CMM, através de uma de suas vereadoras tem todo sentido. É um estresse ver as caixas dos supermercados terem que pesar, digitar, registrar, passar troco e ainda empacotar produto por produto. O que gasta mais tempo na verdade é o empacotamento. No DB, por exemplo, as caixas são obrigadas a meter um saco plástico dentro do outro, antes de colocar os produtos dentro, o que mostra a qualidade e segurança dos sacos plásticos oferecidos. É muito ruim! No atual contexto, onde todo mundo briga para diminuir o uso de produtos como saco plástico, o DB obriga os clientes a levar para casa o dobro do que deveria. Só rindo mesmo!
ALHO do DB - Já que estamos falando de supermercado, é bom relembrar o comentário que fiz sobre o ALHO que o DB do Japiim estava oferecendo aos clientes na terça-feira passada, a R$ 10,00 o quilo. Uma banca inteira de ALHO praticamente todo ele impróprio para ser colocada a venda e até para consumo. Situação lamentável! A R$ 10,00 o quilo, será que a direção do DB acredita que consegue fazer o consumidor levar qualquer coisa semi-estragada para casa? Eu posso ser bobo, mas não sou otário.
SUMIU O AZULZINHO!O Azulzinho que foi colocado na Djalma Batista para ajudar as pessoas a atravessarem na faixa branca nas primeiras horas da manhã, simplesmente tomou Doril, ou seja, sumiu do posto de trabalho. É aquela velha coisa – tudo aquilo que é bom sempre dura pouco. Os pedestres outra vez estão entregues à própria sorte. Ou arriscam atravessar quando a chance aparece, ou esperam um motorista educado que se digne a respeitar a faixa branca e parar para dar passagem aos pedestres.
A FALTA DE UMA EX-MULHER - Uma ex-mulher, com uma simples denúncia, é acusada de conseguir fazer com que o ex-marido fosse cassado na Câmara Municipal de Manaus. Quanta ironia gente! Um exército de pessoas e autoridades, munidas de várias caminhões de denúncias graves, não conseguiram até hoje, coitados, cassar o Prefeito de COARI. Quanta falta faz uma ex-mulher nesse caso!
ONGs & POLÍTICOS - Mas um ponto positivo para a CMM, através do vereador José Ricardo, que está propondo uma fiscalização séria nas ONGs e/ou FUNDAÇÕES de propriedade de políticos com mandato, principalmente, que normalmente são movidas e nadam em dinheiro público, enquanto outras instituições de interesse público, com relevantes serviços prestados à sociedade, vivem à mingua e sempre ameaçadas de fecharem as portas por que não conseguem recursos públicos para sobreviverem. Essa eu quero ver acontecer! Já que estamos falando em dinheiro público, não custa perguntar: as agremiações carnavalescas que estavam inadimplentes já prestaram conta? Tem aquelas que, além de não prestarem conta, ainda deixam os restos dos carros e alegorias abandonados em qualquer lugar.